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Título H2
A pessoa não deseja se matar.
Ele quer se livrar de um sofrimento muito intenso para o qual perdeu a esperança de encontrar uma saída.
PLENITUDE
JEAN HIPÓLITO
Mitos sobre o suicídio segundo a organização mundial da saúde
Fonte: Prevenção do Suicídio. Um recurso para conselheiros. (OMS)
Verifique aqui se você sabe realmente o que é VERDADEIRO e o que é FALSO sobre o suicídio.
Suicídio não é frescura.
Não é falta de Deus. É sofrimento.
Respeite.
Não julgue.
Ajude.
PLENITUDE
JEAN HIPÓLITO
Aprenda a identificar o risco de suicídio
1 – Nenhuma perturbação nem desconforto.
2 – Leve perturbação emocional: indague sobre ideação suicida – ouça com empatia.
3 – Ideias vagas de morte: indague sobre ideação suicida – ouça com empatia.
4 – Ideias vagas de suicídio: investigue intenção (plano e método) – investigue as possibilidades de apoio.
5 – Ideias de suicídio + transtorno mental ou estressor social grave: investigue intenção (plano e método - estabeleça contato – encaminhe para cuidados psiquiátricos.
6 – Ideias de suicídio + transtorno mental ou estressor social grave ou agitação + tentativa prévia: não deixe a pessoa sozinha – hospitalização.
Ideias de morte não se confundem com ideias de suicídio
PLENITUDE
JEAN HIPÓLITO
Nas ideias de morte a pessoa refere-se à morte como solução para o seu sofrimento, porém sem dizer que ela mesma pensa em causar essa morte: “bom seria se eu morresse… isso tudo acabaria…” ou, de uma maneira mais simbólica, “me dá uma vontade de sumir no mundo…”. Neste último exemplo, o “sumir”, o “ir embora” é uma simbolização da morte.
Na ideia de suicídio, a pessoa já admite ela mesma causar a própria morte: “qualquer hora eu vou por um fim nisso tudo!”
A ideia é vaga quando é colocada como uma hipótese abstrata: “seria bom se eu morresse”, “seria bom se eu me atirasse num precipício”. E a ideia é concreta quando há uma afirmação da pretensão da morte: “eu não quero mais viver”.
Os transtornos mentais que mais comumente acompanham o suicídio, na ordem de importância, são: transtornos afetivos (depressão, transtorno bipolar), alcoolismo, dependência de drogas e esquizofrenia. Atenção: nem todo suicida é depressivo e nem todo depressivo pensa em cometer o suicídio.
Estressor é qualquer evento que perturba de forma significativa a pessoa (perda de emprego, separação, etc.). O estressor pode ser a “gota d’água que faltava”, o gatilho para o suicídio. Então, se a pessoa já não estava bem, com a ocorrência do estressor o risco se eleva.
O que devemos fazer para ajudar alguém
PLENITUDE
JEAN HIPÓLITO
Seja carinhoso, acolhedor
O carinho é fundamental para que a pessoa se abra conosco. A porta do coração só abre por dentro e não pode ser arrombada.
Possibilitar o desabafo
Uma dor compartilhada dói menos. Em ambiente calmo e reservado, num momento oportuno, conversar com a pessoa, procurando ouvi-la atentamente, demonstrando interesse pelos seus sentimentos e esforçando-se em compreendê-la.
Aceitar a pessoa incondicionalmente
Nós não nos abrimos com o outro porque tememos ser rejeitados. E rejeição é algo que o ser humano não suporta. Então produzimos máscaras para que pareçamos ser aquilo que imaginamos que o outro gostaria que fôssemos, criamos barreiras, nos isolamos. Para chegar ao íntimo de alguém tenho de aceitá-lo como ele é.
Mantenha-se calmo.
A sua calma contamina o outro, assim como o seu nervosismo, também. Não tenha pressa em “resolver” o problema do outro, dando um conselho, apontando soluções. Procure ouvir com atenção nos sentimentos.
Falar abertamente sobre suicídio
Não tenha receio de falar abertamente sobre suicídio, indagando a respeito de ideias, planos e métodos, mas sem forçar. É preciso “sentir” o momento certo.
Inspirar otimismo e esperança
Se existe algo comum nos suicidas é a perda da esperança de encontrar uma saída para o seu sofrimento e uma visão negativa de mundo. Você precisa alimentá-lo de esperança, de otimismo. Mostrar que ele não está sozinho, que é amado e que sempre há uma saída.
Sugira que ele procure ajuda
Com muito tato, pergunte a ele se ele gostaria de ser ajudado. Converse com ele sobre a importância de procurar ajuda e se deixar ser ajudado. A ajuda profissional do médico psiquiatra, do psicólogo, dos amigos, da família, de um orientador espiritual da confiança dele e também o nosso serviço de apoio emocional, que estará disponível todos os dias para ele, sempre que necessitar.
Quando o nível de risco é elevado
Não deixe a pessoa só. Remova os meios que possam ser letais (facas, cordas, venenos, medicamentos, armas de fogo…). Encaminhe para tratamento médico e psicológico. Se a pessoa não tiver recursos financeiros, há muitas entidades que prestam apoio gratuitamente, além do próprio SUS.
Preciso de ajuda!
Ligue 0800 750 5554 ou nos envie um e-mail
O que não devemos fazer para ajudar
PLENITUDE
JEAN HIPÓLITO
Dar sermões, julgar, culpar
Essas atitudes implicam rejeição e bloqueiam a relação de ajuda.
Impor, exigir
A pessoa precisa ser convencida de que há uma saída, de que a vida vale a pena, persuadida a procurar ajuda. A atitude positiva e calorosa de quem ajuda contamina aquele que é ajudado.
Tratar a pessoa como inválida, como vítima
Não alimente a vitimização. Não trate o outro como incapaz. Acredite que o outro tem capacidade de superação.
Perder a calma, ter reações de raiva ou desespero
O seu desequilíbrio aumenta o desequilíbrio do outro, enquanto o seu equilíbrio emocional o afeta positivamente.
Perder a calma, ter reações de raiva ou desespero
O seu desequilíbrio aumenta o desequilíbrio do outro, enquanto o seu equilíbrio emocional o afeta positivamente.
Ficar chocado, envergonhado
Se você demonstrar que ficou chocado ou com vergonha do outro por ele pensar em suicídio, ter sentimentos de desesperança, isso tem o significado para ele de que o rejeitou. E isso destruirá a chance de uma relação de ajuda.
Ignorar a situação
Se fazer que não vê o que está acontecendo, não levar a sério, é o caminho comum das tragédias.
Fazer o problema parecer trivial, falar que tudo vai ficar bem
O sofrimento do suicida é real e o que ele está passando não deve ser menosprezado. Há sempre uma saída, mas ela exige mudanças. O suicida sabe que as coisas não vão ficar bem por si só. Dizer que o que ele está passando não é nada e que tudo vai se resolver sozinho soa falso e não será aceito.
Dar falsas garantias
Ninguém engana ninguém. Tentar garantir que ele vai encontrar logo o emprego que perdeu, por exemplo, soa falso, não convence e torna você inidôneo perante o suicida. Seja verdadeiro. Reconheça que as coisas são possíveis, mas exigem esforço de mudança. Seja honesto.
Jurar segredo
Diga que guardará segredo, mas não jure por Deus, pela mãe ou por qualquer outra coisa, pois isso leva à desconfiança, já que jurar por alguma coisa significa que você próprio não é confiável e a confiança deve vir daquilo que está sendo posto em juramento.
No caso de risco elevado, deixar a pessoa sozinha
Se o risco atingir o grau 5 ou 6 a pessoa não deve ser deixada sozinha. Mas faça com que ela não se sinta vigiada, prisioneira. A companhia deve ser vista como uma demonstração de amor, de que o acompanhante quer estar junto porque ama e não por dever.
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Família, espiritualidade e o amor, as vacinas contra o suicídio
PLENITUDE
JEAN HIPÓLITO
A família e a espiritualidade, segundo a Organização Mundial da Saúde, são os principais elementos de proteção contra o suicídio.
O apoio de uma família emocionalmente equilibrada é elemento que liga à vida. Muitos suportam o sofrimento para não fazerem sofrer os familiares que amam.
Por espiritualidade estamos a entender não o professar uma religião, mas o que cada um acredita a respeito das questões filosóficas fundamentais da existência humana:
Deus existe? Ele é bom? Sou importante para ele? Ele me ama? Existe vida após a morte? Tenho alma ou sou apenas um conjunto organizado de moléculas? O mundo é bom ou é mau? O sofrimento tem algum propósito positivo e vai passar?
Aquilo que você acredita tem uma enorme importância quando se trata de suicídio, pois o suicídio está sempre acompanhado da desesperança, que acontece quando não acreditamos mais que há uma saída para aquele sofrimento.
O que acreditamos altera a forma com que percebemos a realidade, condicionando a nossa maneira de pensar, sentir e agir. E, portanto, de decidir pelo suicídio ou não. Quem tem uma visão negra do mundo, seguramente tem muito maior probabilidade de cometer suicídio do que aquele que tem uma visão positiva.
O sofrimento é o mesmo, mas um perdeu a esperança e o outro acredita que aquilo vai passar.
O amor liga à vida.
A rejeição, conduz à morte.
PLENITUDE
JEAN HIPÓLITO
O amor é uma necessidade para os humanos. Desde bebês precisamos sentir o toque do outro para nos sentirmos seguros. Por ser uma necessidade, alimento, precisamos ouvir o “eu te amo” de cada dia.
O amor é, também, um elo de ligação entre o homem e os seus semelhantes, entre o homem e a Natureza, entre o homem e tudo o que existe, entre o homem e Deus (para quem acredita Nele).
O amor é o elemento que preenche o vazio da alma, que dá sentido à vida.
Quando buscamos certos valores como a riqueza, a fama, o poder e a beleza, o padrão de sucesso ocidental, estamos buscando ser admirados. E queremos ser admirados porque assim nos sentimos amados. Na verdade, em boa parte das vezes, o que nos faz pensar que seremos admirados nos torna detestáveis para os outros.
Então, não é a toa que a rejeição, que é a negação do amor, está frequentemente por trás do desequilíbrio emocional e de grande número de casos suicídios.
Por outro lado, receber amor, nos faz crescer positivamente, nos fortalecendo para enfrentar o sofrimento. É por isso que o trabalho do Grupo Amor Vida consiste em doação de amor. E é por isso que a Entidade tem no nome as palavras Amor e Vida.
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